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A mostrar mensagens de julho, 2023

Porque é, que queremos ter filhos?

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  Estes dias assim meio do nada surgiu-me as seguintes interrogações:   - Porquê queremos ter filhos? - Porque queremos no nosso íntimo sermos pais e mães (?), ou porque fomos doutrinados nesse sentido? - Seremos uma espécie de vítimas da síndrome de Estocolmo, perseguidores dos atos dos nossos progenitores no processo de procriação? - Será uma destas coisas ou todos em conjunto, ou mesmo uma outra qualquer razão, que nos empurra para a paternidade/maternidade?   Uma quantidade de interrogações certo!? Como faço parte desta sociedade sistematizada, formatada, claro que já me passou (literalmente) pela cabeça ser pai, usando qualquer uma das possibilidades existentes para atingir esse fim, mas como disse já me passou, e essa vontade foi-se, não tanto pelas questões que acima coloco, porque na altura elas não se me apresentavam, mas por outras, essa vontade acabou sendo residual, até hoje nem pensar no assunto para mim, para nós, mas talvez porque se eu já era...

Chegou as férias, que bom! Só que não!

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  Chegou a época do ano que acreditem me tira do sério, o que menos aprecio são as festividades natalícias e outras religiosas, mas esta, a do verão, e das férias em massa, bem…tiram-me do sério!   Quando começaram as férias? Na passada sexta-feira! E como sei? Porque quando fui com o maridão, ao hipermercado numa hora que por norma está meio que às moscas, apercebi-me que o espaço estava invulgarmente povoado, de todas as idades, verdade que uma maioria de “teens”, acompanhados ou não, por alguns com idade para terem juízo, postura, saber estar, e já agora frear as rédeas daqueles “teens” que acompanham, mas esqueçam lá esta minha ideia, porque o freio estava solto em todas as direções.   Um grande número de pessoas, proletariado ou não, quando entra de férias parece que funcionam como se tivessem mandado os filtros para a limpeza, e enquanto aguardam o regresso dos mesmos, já limpinhos (apenas um desejo), vivem de escape livre, produzindo um ruido ensurdecedor...

Longe de ser perfeita, foi imperfeitamente extraordinária!

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                                                               (photo by: PortugalGay.pt) A Marcha do Orgulho LGBT+ do Porto celebrou 18 anos, debaixo de controvérsia, rasteirada pelo poder local, mas absolutamente preenchida de luta, garra, afetos, AMOR, uma espécie de luz sobre as trevas. Muito se disse sobre o conflito entre a Câmara Municipal do Porto e a sua posição  NÃO sobre a Marcha, mas a festa final, seja, o Arraial Mais Orgulhoso do Porto. Devemos notar alguns pormenores como por exemplo a Marcha do Orgulho LGBT+ do Porto NUNCA esteve em questão, nem pela autarquia nem porque qualquer outra entidade, a Marcha enquanto momento de protesto e reivindicação está protegida (até ver) pelo direito à manifestação, e por esse motivo a Marcha ia acontecer sem problemas, como foi o caso, fiquemos primeiro por aqui. ...