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A mostrar mensagens de fevereiro, 2025

A arte feita voz da revolução, que se vê e sente efémera!

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  Quantas vezes já dissemos,…”Não aprendemos nada com o passado!” A arte feita voz da revolução, que se vê e sente efémera!     Quantas vezes já dissemos e ou pensamos, que não aprendemos nada com o passado, e quase que inevitavelmente quando dizemos e ou pensamos isto, criamos a imagem de guerras, no meu caso a segunda grande guerra, mas depois e porque somos seres mutáveis, quando queremos aprender mais, quando desejamos olhar o mundo com outros olhos, de diferentes ângulos daqueles que nos brindaram imediatamente após o berço, se bem que esse batismo tem a sua antestreia ainda no ventre das nossas mães quando escolhem mais que a roupinha da nossa vagina, os sonhos e os percursos de vida que devemos sem faltar realizar.   "A canção é como um grito de revolta, é como uma forma de dar voz aos que não têm." (Victor Jara – cantor, poeta e ativista chileno)   Mas e depois, os nossos neurónios gritam por mais que aquilo que nos é colocado no prato,...

O Suicídio segundo João P. Paulo - um ato em construção, o resultado de todas as operações!

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    Falar deste tema sem falar de Émile Durkheim, é o mesmo que não falar de nada, pois este sociólogo debruçou-se sobre o tema em profundidade e desenvolveu considerações valiosas na análise do fenómeno, tendo identificado quatro tipos de suicido, e embora não queiramos aqui fazer nenhuma espécie de trabalho académico sobre o tema, penso que devo no mínimo abordar esta parte do seu trabalho descrevendo o melhor possível cada um deles, até para quem não teve oportunidade de estudar estas coisas, ter uma noção próxima do que se está a falar.   Assim Émile Durkheim, um dos fundadores da sociologia moderna, analisou o suicídio como um fenómeno social no seu livro O Suicídio (1897). Ele identificou quatro tipos principais de suicídio, baseados no nível de integração e regulação social dos indivíduos. 1. Suicídio Egoísta   -   que ocorre quando um indivíduo se sente excessivamente isolado da sociedade, com fraca integração nos grupos sociais. Pessoas que não...

O Chuveiro cor-de-rosa, 2ª parte

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  Verdade que na primeira parte desta que é mais que uma reflexão, é uma denuncia da personalidade ou da falta dela, de alguém que pelo menos aqui naquela que chamam capital do norte, é considerado “persona não grata”, mas se a pessoa em causa é vista por muitos de nós segundo a descrição que na primeira parte fiz dessa pessoa, a verdade é que o evento em si, não merecia outro individuo, olhando o mundo e o país mesmo a olho nu, segundo o risco, e desequilíbrio, a precária situação dos direitos humanos, e em particular o Direito das pessoas LGBT+, perante a presença crescente da ignorância.     - Até parece que és contra o euro pride?   Sim e não, sim tendo em conta o contexto que descreverei, não porque nada tenho contra celebrações de qualquer tipo, exceto aquelas que usam vidas para encher os bolsos e passar a ideia de que está tudo bem, …mas vamos antes, seguir a minha visão, para poderem no final decidir o que quer que seja.   O evento em ca...