A arte feita voz da revolução, que se vê e sente efémera!
Quantas vezes já dissemos,…”Não aprendemos nada com o passado!” A arte feita voz da revolução, que se vê e sente efémera! Quantas vezes já dissemos e ou pensamos, que não aprendemos nada com o passado, e quase que inevitavelmente quando dizemos e ou pensamos isto, criamos a imagem de guerras, no meu caso a segunda grande guerra, mas depois e porque somos seres mutáveis, quando queremos aprender mais, quando desejamos olhar o mundo com outros olhos, de diferentes ângulos daqueles que nos brindaram imediatamente após o berço, se bem que esse batismo tem a sua antestreia ainda no ventre das nossas mães quando escolhem mais que a roupinha da nossa vagina, os sonhos e os percursos de vida que devemos sem faltar realizar. "A canção é como um grito de revolta, é como uma forma de dar voz aos que não têm." (Victor Jara – cantor, poeta e ativista chileno) Mas e depois, os nossos neurónios gritam por mais que aquilo que nos é colocado no prato,...