A verdade de uma grande mentira!
Ora aqui estou eu para vos falar de um tal documentário que me irritou profundamente, não tanto pelas maldades sobre a natureza, essas em grande parte são minhas conhecidas, mas o que me irritou foi mesmo ter perdido o pouco, muito escassa esperança que eu tinha em alguns dos nossos ativistas, e ou se preferirem ilustres mundiais.Este documentário é sobre a ilusão de podermos algum dia ter uma energia “verde” a abastecermos os nossos lares, empresas, os nossos veículos num processo COMPLETAMENTE verde. Por exemplo na minha opinião a fantasia de que os carros elétricos são a salvação da humanidade não passa de uma mentira descarada, não passa do acumular de uma herança demasiado pesada que estamos a deixar às gerações futuras, aos jovens de hoje.
Em 1958 houve um senhor que avisou o mundo para quem quis ver e ouvir, que o planeta estava a produzir gases de estufa e que a continuar assim o planeta estaria a aquecer em medida de destruir as calotas polares, estávamos em 1958, e 63 anos depois constatamos que o mundo do poder ignorou tragicamente esse aviso.
Para tornar mais simples o entendimento destas alterações podemos ir buscar a dramatização feita pela sétima arte, no filme “O Dia depois de amanhã” ( https://www.youtube.com/watch?v=iWRDHJvhlSQ) , mostra como disse, dramatizando, o que o aquecimento do ar e a inserção de água doce nas correntes marítimas pode ocasionar. Fantasia, dirão alguns de vós, talvez no filme, mas na vida real temos vindo a constatar diversos eventos anómalos, e outros que sendo recorrentes estão mais fortes, mais longos, mais vezes, e, contudo, 63 anos depois continuamos a ignorar, a achar que somos, como seres supremos que nos pensamos, capazes de reverter, capazes de contornar, capazes de sobreviver. Bom eu também acredito que alguns serão de facto capazes de sobreviver, a historia da humanidade diz-nos isso mesmo, afinal de contas a espécie humana está aqui, os mamutes não.
Minimamente atento a estas coisas do ambiente, das alterações climáticas, posso afirmar por exemplo que no meu tempo de vida (55) noto algumas diferenças, recordo nitidamente que Abril era um mês para esquecer, chovia até o cães beberem de pé, o ditado popular era tão certo “Abril águas mil!” que fazia do saber popular uma espécie de ciência, contudo hoje temos sorte se chover. Mas este não será o único aspeto que posso constatar, eu e o marido estamos juntos faz este ano 28 anos, e neste período, (menos um pouco, talvez 22 anos), tem zonas entre a praia do Furadouro e Esmoriz, que perderam cerca de 500 metros de dunas e mata, se não mais, caminhos que estavam afastados, em alguns pontos, 200 a 300 metros da linha da areia, ou da duna principal que fazia frente ás marés desapareceram completamente, haverá por isso outros pontos da nossa costa que os locais mais atentos podem comentar terem desaparecido e ou estarem sobre maior stress com as marés do que estavam 20 anos atrás.
Todos assistimos a noticias que deram conta de inúmeras reuniões, e cimeiras do ambiente, todos demos conta de que houve países que assinaram de cruz medidas necessárias para tentar salvar o planeta, outros países que se fizeram difíceis e outros mesmo que não assinaram, e nada fizeram a nível governamental para em conjunto com os demais tentarem, pelo menos tentarem, reverter o processo de erosão do planeta.
Contudo, sejamos honestos, os que assinaram, todos fizeram o devido?
O documentário que vos deixo “Planet of the Humans” fala-nos de uma alegada corrida por energias “verdes”, não poluentes, tentativas de a humanidade desistir do uso de combustíveis fosseis, fala-nos também de uma hipocrisia multimilionária e aplaudida pelos mais incautos, eu sou um desses incautos, uma vez que aplaudi mesmo desconfiado, o ex-vice-presidente Al Gore, e o seu documentário que pretendia chamar atenção da necessidade de salvarmos o planeta, desconfiado porque achei que aquele interesse foi assim a jeitos que meio de repente. Mas é o que dá olhar as coisas pela rama, “Uma verdade inconveniente” é de fato um conjunto de imagens interessante, e eu na época fiquei-me por ai, pelo que interessante, visto sem critica!
O meu murro no estomago foi mesmo conhecer um pouco mais a fundo as ligações, os jogos de bastidores dos “ambientalistas” Van Jones; Al Gore; Robert F. Kennedy Jr; Bill McKibben, e de certo outros que não fazem parte desta lista, deste documentário, mas a sensação de perfuração ventral foi mesmo poder constatar que muito do alegado verde é na verdade suportado por algo bastante negro, e não falo exatamente e ou só dos combustíveis fosseis, mas do nosso “way of living”, a nossa forma de viver, mas já lá vamos.
Uma das coisas que me deixou puto, entre tantas outras, foi a incapacidade de estes alegados ambientalistas, gente bem formada e acredito bem paga (Van Jones – património estimado em 1.1 milhões de dólares) - (Al Gore, a TV24 em 2013 anunciava que este senhor estava 100 vezes mais rico desde que perdeu as eleições, seja desde que começou a fazer campanha ambientalista, “O norte-americano Al Gore tem uma fortuna avaliada em mais de 200 milhões de dólares (mais de 150 milhões de euros), segundo as contas da «Blommberg»”) - (Bill McKibben , entre um milhão de dólares e cinco milhões), não ter sido capaz, e honestamente na sua demanda, de responder à questão sobre a centrais de biomassa.
Ao que parece estas centrais de biomassa, mais que não são que incineradoras, que em Portugal já deu água pela barba. Se algum de nós já brincou com “Sim City” sabe que uma das fontes de energia que temos capaz de retirar o lixo das nossas cidades e ao mesmo tempo fornecer energia a toda a cidade, incluindo indústria, são as incineradoras, se pensarmos que essas estruturas queima os nossos resíduos então penso que devemos pensar nelas, nas estruturas, como uma espécie de mal necessário, porque os mares estão cheios de lixo, porque os rios estão cheios de lixo, porque NÃO HÁ espaço que chegue para tanto aterro, e a menos que mandemos lixo para o espaço (não sei se já alguém anda a pensar nisso), quem sabe em direção ao sol, fazendo dele o nosso gigante incinerador, ...se bem que a questão destas centrais de biomassa era o facto de queimarem lascas de arvores, certo, é preocupante, mas temos então de pensar outras alternativas porque na verdade só há uma forma de acabar com as incineradoras e ou fontes de energia por biomassa, é todos nós alegados seres evoluídos MUDARMOS RADICALMENTE O NOSSO ESTILO DE VIDA, não há outra receita, para que consigamos viver de energia solar, das ondas, do vento, não há receita energética milagrosa para nos sustentar a vida da forma que a vivemos, por isso e ao contrário do nosso realizador Michael Moore, eu sou obrigado a discordar até de Vandana Shiva.
Lembram-se que acima falei de que os carros elétricos, pois bem, são para mim e desde sempre uma mentira muito bem embrulhada! Então, mesmo que neste preciso momento, todos os atuais automobilistas fossem presenteados com uma viatura elétrica a humanidade não resolvia a questão, do uso das energias fosseis, mais que não seja porque logo à partida passaríamos a ter biliões de novos consumidores de energia, energia que seria impossível providenciar de forma “verde”.
Depois a minha questão primária, ainda NINGUÉM me soube explicar para onde vão as baterias desses carros no seu fim de vida!? Para onde vai essas imensas toneladas de lítio, …espera eu disse lítio!?
Como dizem os brasileiros, "espera que o buraco é bem mais em baixo", como chegamos às baterias de lítio? Como se extrai, transporta, processa, produz, transporta, usa, e se despeja esse lítio?
Estamos a tapar o sol com a peneira, estamos a dizer ao mundo que temos de criar viaturas não poluentes, viaturas elétricas, mas a verdade é que até essas viaturas existirem, para a sua existência, é deixada uma pegada carbónica alarmante, que anula o que de bom poderíamos ganhar com essas viaturas, e se não bastasse estamos a criar enormes quantidades de veneno, de material poluente que as novas gerações vão ter de enfrentar, e descobrir o que fazer com essas matérias.
Este não é de todo um texto exaustivo, é uma reflexão, ou o inicio dela, são pontas soltas que desejo provoque em quem as ler (ninguém né, olha o tamanho do texto), vontade de pensar sobre o assunto e apresentar as suas posições, reflexões, ideias, criticas a mim e ou ao documentário.
Por falar em criticas ao documentário penso que ele ao falar de energias e das suas diversas fontes não explorou outras fontes de energia como, a energia das ondas, onde já se investiu milhões na sua investigação e que até ao momento parece algo esquecido, não falou da energia conseguida com as barragens e da controversa energia nuclear, sendo que este documentário se foca nos EUA este, conta com quase cem centrais nucleares, um desastre ambiental e social ao virar da esquina. Nem mesmo das já faladas e pensadas centrais de fusão, que segundo o marido ainda estamos longe.
Se é certo que o documentário é intenso, e mesmo pecando por não considerar outras fontes de energia, como já referi, na sua critica e apresentação dos fatos, a verdade é que o cenário não é nada animador, o nosso planeta sofre de um cancro que mesmo com estes tratamentos vários de quimio e radioterapia o cancro progride imparável, (desculpem a comparação).
Mas se este documentário me deixou meio perdido nos meus pensamentos vários, um desses pensamentos saltou para o topo da lista, e é um pensamento que me persegue faz demasiado tempo, e que talvez por tudo isso seja tão apreciador da natureza que nos cerca.
O ouro do futuro não é amarelo, é transparente, e liquido, diria mesmo que esse é o ouro já.
O mundo, e por isso Portugal, já sente um elevado stress hídrico, e quando se fala desse stress normalmente fala-se da influencia que a água tem na agricultura e na pecuária, mas acreditem que a nossa indústria mundial gasta mais água que todas as vacas do mundo juntas, e podemos comer menos e sobreviver, mas não passamos sem água.
Isto para terminar, dizendo que o estilo de vida dos seres humanos tem um preço muito alto, demasiado alto, e os juros desse preço estão a subir que nem um foguete, e um destes dias não teremos capacidade de pagar mais essa fatura, um dia que já esteve mais longe que aquilo que alguns pensam.
Espero que apreciem o documentário!
https://www.youtube.com/watch?v=Zk11vI-7czE
O documentário que vos deixo “Planet of the Humans” fala-nos de uma alegada corrida por energias “verdes”, não poluentes, tentativas de a humanidade desistir do uso de combustíveis fosseis, fala-nos também de uma hipocrisia multimilionária e aplaudida pelos mais incautos, eu sou um desses incautos, uma vez que aplaudi mesmo desconfiado, o ex-vice-presidente Al Gore, e o seu documentário que pretendia chamar atenção da necessidade de salvarmos o planeta, desconfiado porque achei que aquele interesse foi assim a jeitos que meio de repente. Mas é o que dá olhar as coisas pela rama, “Uma verdade inconveniente” é de fato um conjunto de imagens interessante, e eu na época fiquei-me por ai, pelo que interessante, visto sem critica!
O meu murro no estomago foi mesmo conhecer um pouco mais a fundo as ligações, os jogos de bastidores dos “ambientalistas” Van Jones; Al Gore; Robert F. Kennedy Jr; Bill McKibben, e de certo outros que não fazem parte desta lista, deste documentário, mas a sensação de perfuração ventral foi mesmo poder constatar que muito do alegado verde é na verdade suportado por algo bastante negro, e não falo exatamente e ou só dos combustíveis fosseis, mas do nosso “way of living”, a nossa forma de viver, mas já lá vamos.
Uma das coisas que me deixou puto, entre tantas outras, foi a incapacidade de estes alegados ambientalistas, gente bem formada e acredito bem paga (Van Jones – património estimado em 1.1 milhões de dólares) - (Al Gore, a TV24 em 2013 anunciava que este senhor estava 100 vezes mais rico desde que perdeu as eleições, seja desde que começou a fazer campanha ambientalista, “O norte-americano Al Gore tem uma fortuna avaliada em mais de 200 milhões de dólares (mais de 150 milhões de euros), segundo as contas da «Blommberg»”) - (Bill McKibben , entre um milhão de dólares e cinco milhões), não ter sido capaz, e honestamente na sua demanda, de responder à questão sobre a centrais de biomassa.
Ao que parece estas centrais de biomassa, mais que não são que incineradoras, que em Portugal já deu água pela barba. Se algum de nós já brincou com “Sim City” sabe que uma das fontes de energia que temos capaz de retirar o lixo das nossas cidades e ao mesmo tempo fornecer energia a toda a cidade, incluindo indústria, são as incineradoras, se pensarmos que essas estruturas queima os nossos resíduos então penso que devemos pensar nelas, nas estruturas, como uma espécie de mal necessário, porque os mares estão cheios de lixo, porque os rios estão cheios de lixo, porque NÃO HÁ espaço que chegue para tanto aterro, e a menos que mandemos lixo para o espaço (não sei se já alguém anda a pensar nisso), quem sabe em direção ao sol, fazendo dele o nosso gigante incinerador, ...se bem que a questão destas centrais de biomassa era o facto de queimarem lascas de arvores, certo, é preocupante, mas temos então de pensar outras alternativas porque na verdade só há uma forma de acabar com as incineradoras e ou fontes de energia por biomassa, é todos nós alegados seres evoluídos MUDARMOS RADICALMENTE O NOSSO ESTILO DE VIDA, não há outra receita, para que consigamos viver de energia solar, das ondas, do vento, não há receita energética milagrosa para nos sustentar a vida da forma que a vivemos, por isso e ao contrário do nosso realizador Michael Moore, eu sou obrigado a discordar até de Vandana Shiva.
Lembram-se que acima falei de que os carros elétricos, pois bem, são para mim e desde sempre uma mentira muito bem embrulhada! Então, mesmo que neste preciso momento, todos os atuais automobilistas fossem presenteados com uma viatura elétrica a humanidade não resolvia a questão, do uso das energias fosseis, mais que não seja porque logo à partida passaríamos a ter biliões de novos consumidores de energia, energia que seria impossível providenciar de forma “verde”.
Depois a minha questão primária, ainda NINGUÉM me soube explicar para onde vão as baterias desses carros no seu fim de vida!? Para onde vai essas imensas toneladas de lítio, …espera eu disse lítio!?
Como dizem os brasileiros, "espera que o buraco é bem mais em baixo", como chegamos às baterias de lítio? Como se extrai, transporta, processa, produz, transporta, usa, e se despeja esse lítio?
Estamos a tapar o sol com a peneira, estamos a dizer ao mundo que temos de criar viaturas não poluentes, viaturas elétricas, mas a verdade é que até essas viaturas existirem, para a sua existência, é deixada uma pegada carbónica alarmante, que anula o que de bom poderíamos ganhar com essas viaturas, e se não bastasse estamos a criar enormes quantidades de veneno, de material poluente que as novas gerações vão ter de enfrentar, e descobrir o que fazer com essas matérias.
Este não é de todo um texto exaustivo, é uma reflexão, ou o inicio dela, são pontas soltas que desejo provoque em quem as ler (ninguém né, olha o tamanho do texto), vontade de pensar sobre o assunto e apresentar as suas posições, reflexões, ideias, criticas a mim e ou ao documentário.
Por falar em criticas ao documentário penso que ele ao falar de energias e das suas diversas fontes não explorou outras fontes de energia como, a energia das ondas, onde já se investiu milhões na sua investigação e que até ao momento parece algo esquecido, não falou da energia conseguida com as barragens e da controversa energia nuclear, sendo que este documentário se foca nos EUA este, conta com quase cem centrais nucleares, um desastre ambiental e social ao virar da esquina. Nem mesmo das já faladas e pensadas centrais de fusão, que segundo o marido ainda estamos longe.
Se é certo que o documentário é intenso, e mesmo pecando por não considerar outras fontes de energia, como já referi, na sua critica e apresentação dos fatos, a verdade é que o cenário não é nada animador, o nosso planeta sofre de um cancro que mesmo com estes tratamentos vários de quimio e radioterapia o cancro progride imparável, (desculpem a comparação).
Mas se este documentário me deixou meio perdido nos meus pensamentos vários, um desses pensamentos saltou para o topo da lista, e é um pensamento que me persegue faz demasiado tempo, e que talvez por tudo isso seja tão apreciador da natureza que nos cerca.
O ouro do futuro não é amarelo, é transparente, e liquido, diria mesmo que esse é o ouro já.
O mundo, e por isso Portugal, já sente um elevado stress hídrico, e quando se fala desse stress normalmente fala-se da influencia que a água tem na agricultura e na pecuária, mas acreditem que a nossa indústria mundial gasta mais água que todas as vacas do mundo juntas, e podemos comer menos e sobreviver, mas não passamos sem água.
Isto para terminar, dizendo que o estilo de vida dos seres humanos tem um preço muito alto, demasiado alto, e os juros desse preço estão a subir que nem um foguete, e um destes dias não teremos capacidade de pagar mais essa fatura, um dia que já esteve mais longe que aquilo que alguns pensam.
Espero que apreciem o documentário!
https://www.youtube.com/watch?v=Zk11vI-7czE


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