Chuveiro cor-de-rosa, só lá vai quem quer, ou quem não tem a mínima noção de quanto vale a LIBERDADE! (em dois episódios) - 1ª parte: Quem é quem?
Portugal
é o país a seguir para um evento que só vou dizer uma única vez o seu nome para
saber do que estamos a falar, esse que chamo de “Chuveiro cor-de-rosa” é o
EuroPride2025 ou EP.
Está
tudo errado, neste processo, tão errado que se tivesse cheiro, fedia a quilómetros,
um fedor que começou bem lá atrás, e me desculpem os mais sensíveis, mas com
este frio liguei o termo ventilador, que é como quem diz, lancei merda na ventoinha,
vai sair quentinha.
Os
proponentes de Portugal a acolher o EP na capital foram quatro, a saber-se a
Variações - Associação de Comércio e
Turismo LGBTI de Portugal ; Ilga-Portugal;
rede ex aequo – Associação de Jovens
LGBTI; AMPLOS – Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e
Identidade de Género.
Destas
segundo consta, por isso alegadamente, apenas a Variações de mantém na organização
e receção do evento, estranho(?), talvez(!), depende de quem vê. Embora nas
minhas pesquisas não tenha encontrado declarações oficiais da rede ex aequo e
da AMPLOS se terem afastado do evento, mais recentemente a Ilga-Portugal,
emitiu um comunicado onde dá conta da sua saída: https://ilga-portugal.pt/sobre-a-saida-da-ilga-portugal-da-organizacao-do-europride-2025/?utm_source=chatgpt.com
Visto
de fora, um comunicado civilizado e politicamente correto como convém, no
sentido de preservar a boa relação desta associação com o município, que apoia
e patrocina o evento Arraial Lisboa Pride, que se tem realizado na Praça do
Comercio (Terreiro do Paço). Neste momento ainda não é conhecida a data do
Arraial Lisboa Pride 2025, mas eu atrevo-me a questionar se alguém acredita que
não será entre 14 e 22 de Junho 2025!?
Uma
das curiosidades deste desquite da Ilga-Portugal do evento EP, é que o mesmo
surge após ser conhecido o convidado para ser o comissário municipal do EP2025,
de seu nome Diogo Vieira da Silva, e no surgimento deste nome perguntará muitos
dos que me leem quem é esse “senhor”?
Eu
tive o desprazer de conhecer a peça, que de senhor nada tem, várias vezes tenho
comentado nas minhas redes um simbolismo que assenta que nem uma luva de
pelica, neste elemento (gosto mais de elemento, é como os policias identificam
as pessoas, e mais não digo), dizia, um simbolismo que define na perfeição o
referido elemento.
“as
cobras mudam de pele, mas não deixam de ser cobras”
É
disso que estamos a falar, de uma cobra peçonhenta (como dizem os nossos amigos
brasileiros), que quem não tiver o devido cuidado acaba envenenado.
Vou
chamar-lhe Divisi, porque só escrever o nome é mau demais para a sanidade
mental de quem teve a infelicidade de se cruzar com ele, quando estava ainda em
formação.
Esta
parte ninguém contou, sou eu mesmo a falar na primeira pessoa, porque estava
lá, convivi, e vivi com a nocividade balbuciante do sibilo desta cobra, deste
elemento, do Divisi.
Antes
de 2010, Divisi surge no meu percurso como um jovem promissor no ativismo, ele
a uma outra amiga, que ela me perdoará por a identificar aqui, mas penso ser
necessário para quem desejar confirmar o meu relato. Assim Divisi e Marília
Fernandes criaram um grupo informal denominado SEQUESSO, um projeto, ideia, que
pretendia levar às escolas o debate sobre a questão de nas mesmas haver
educação sexual. O projeto teve o seu impacto mais que não seja na escola que
os dois frequentavam, e promoveram pelo menos a ideia, indo a um programa da
manhã na RTP.
Depois
a certa altura, Divisi apresenta-se como militante do partido Bloco de Esquerda
(BE), e nessa condição integra a já existente desde 2006, Marcha do Orgulho
LGBT+ do Porto vulgo MOP. Não sei nada de tempos, mas logo depois conhece uma
outra cobra, que já não se encontra entre nós felizmente, (desculpem, mas não
sou de tornar bonito depois de morto, alguém que só o diabo quer, apenas
lamento a dor de quem o gostava, não eu e muitos que como eu tiveram o
desprazer de o conhecer e conviver com), e é nessa altura que Divisi, é
chamemos, demitido do BE, e deixa de o representar na Marcha do Orgulho do
Porto, mas desengana-se quem acha que termina aqui a história viperina deste
elemento. Ele e o defunto, que alegadamente chegaram a ser noivos, fundam em
2010 uma associação de seu nome, CASA – Centro Avançado de Sexualidade e Afetos,
e que afetos, pelo menos era o que se comentava à boca miúde pelas ruas.
Quando
em 2010 a CASA surge no espectro associativo tripeiro, naturalmente é convidada
a fazer parte da organização da MOP, o que a MOP não sabia é que havia uma
agenda escondida, debaixo do braço de uma das cobras ou das duas. Sem stresses
aqui vai. A MOP sempre foi um lugar de consensos e maiorias, onde cada pessoa tinha
direito de voto, e este elemento e o outro sabiam disso, e por isso surgiram na
sua primeira reunião com mais elementos que todas as restantes representações
juntas. Presente na dita agenda, uma proposta que depois se transformou em duas:
-
Separar o dia da MOP do dia do então PORTO PRIDE.
Breve
nota sobre esta união:
quando foi urgente haver uma MOP, já existia o PP, o PP começou em 2001, ano da
Capital Europeia da Cultura, e teve a sua última edição em 2012. Assim em
reunião decidiu-se que uma vez que as pessoas já vinham para a festa, a MOP
poderia aproveitar esse maior ou menor fluxo para virem também à MOP. Como
nunca houve stresses entre as duas organizações a data manteve-se assim por
anos, pelo menos entre 2006 e 2012.
Foi
uma discussão que começou mal, logo na primeira silaba, isto porque estes dois
elementos rastejantes, convidaram para fazer número o Pride Bar, só que sendo o
Pride Bar um espaço comercial, por esse motivo não poderia votar, poderia contribuir
com ideias e sugestões, mas não as poderia votar essas ou outras, e então
desiludidos com isso retiraram-se, e é aqui que surge então o segundo ponto da
agenda:
-
Se o Pride Bar não pode votar porque é comercial, o PortugalGay.pt (eu), também
não podia, porque tinha publicidade no site, e por isso também era comercial!
Nunca
assim foi entendido, eu para ir ao Pride Bar preciso pagar, um pagamento que é
traduzido por um determinado consumo, para visitar o PortugalGay.pt, não
preciso pagar nenhum tipo de “fee” podem visitar as páginas que entenderem, apresentar
questões, e tudo de forma gratuita. Qualquer ligação com as publicidades
presentes são da inteira responsabilidade e possível lucro das mesmas.
Mas
o debate foi longe, e votou-se as duas questões, a minha continuidade na MOP mesmo
tendo sido um dos cofundadores, e a separação das datas. Ambas as votações não
foram favoráveis ao pretendido por este elemento e o falecido. Desengane-se quem pensa que desistiram, a
conversa toma outro rumo, o rumo da importância de termos datas separadas do PP
e da MOP, e é então que Divisi tem um discurso que é recordado até hoje, ele impressionou
pela tentativa de engano a servir de laço num embrulho malicioso.
Foi
mais ou menos algo assim, (não me apetece procurar as atas): separar as datas
do PP da MOP, dava oportunidade de a imprensa falar de questões LGBT+ por um
mês, porque assim seria, a Marcha de Lisboa, depois o Arraial, seguida da
Marcha do Porto (3 de Julho) e terminava com o PP, dando ênfase a este “gran
finale” como se isso fosse algo interessante. Guardem a data de 3 de Julho,
porque mais na frente vai ser interessante.
O
jovem acabou de apresentar a sua visão das coisas, e ninguém se inscreveu para
comentar, a reunião avançou e Divisi, inscreve-se de novo para reclamar atenção
sobre a sua proposta, mas como não houve interessados em comentar,(novamente), a coisa
avançou, seja, passa à frente.
Uma
das alegações como disse em separar as datas, era a alegada confusão que
parecia haver na cabeça destes elementos, de que as pessoas achavam que o PP
era a festa da MOP, e por isso o dia 3 de julho seria o dia indicado para não
haver essas confusões, uma vez que o PP desse ano estava agendado para o dia
10 de julho.
Quando se revelou o veneno açucarado nas palavras inebriantes de Divisi, foi quando se fizeram colagens dos cartazes da MOP, e que posteriormente se viu colados sobre os mesmos em alguns pontos da cidade, outros cartazes referentes a uma festa de seu nome “LOVE PRIDE” organizada pela CASA e pelo Pride Bar, que se realizaria no dia 3 de Julho, no dia que Divisi queria que fosse a MOP, para não haver confusão de que um evento não fosse a festa do outro, entenderam a malicia, o perverso da coisa.
Mais
coisas se passaram que aqui não vou descrever, até porque envolve pessoas que
deixaram o ativismo, e que acredito não pretendem holofotes neste ponto das suas
vidas.
A
CASA morre, e Divisi, não tarda surge de novo, como um herpes que nunca vai embora,
como, e se a memória não me atraiçoa, “diretor executivo” da associação
Variações, a atual detentora da proposta do EP20205, e nessa qualidade temos
mais uma cena dos próximos capítulos.
No
ano 2018, o meu último ano como coorganizador da MOP, Divisi enquanto representante
da Variações, endereça um mail à MOP informando que tinha intenção de levar um
autocarro turístico no dia da MOP. A organização desse ano, prontamente disse
não querer autocarros, que a MOP já tinha um veículo de som, e esse seria o seu
único veiculo, mas que seriam bem-vindos na mesmo condição dos demais.
Divisi
decidiu ignorar esta informação, e retalia com mais umas ideias, chegando nesta
troca de mails a propor que a Variações poderia contribuir financeiramente para
a realização da MOP2018, ao que pela milionésima vez a MOP diz não.
Nesse
ano fui incumbido de ir junto das autoridades apresentar o dia e o percurso da
MOP, e quando lá cheguei não poderia ter sido mais surpreendido, (apenas
retorica gente, porque neste mundo, e vindo de certas pessoas, já NADA me
surpreende), o percurso e o dia já havia sido comunicado, e por quem(?), por um
associado da Variações, a saber-se o Zoom, e quando (?) na mesma data do primeiro
mail que dizia que queriam levar um autocarro à MOP, e que dizia a comunicação,
que teria um autocarro turístico acompanhar a MOP, …vá só que não!
Não
sou jurista, mas sempre me interessou estas coisas do direito, e assim lá fui
dizendo aos senhores agentes da PSP que eu estava com um documento assinado por
três pessoas de três entidades diferentes integrantes da organização da MOP, e
que a pessoa/entidade que havia efetuado a comunicação anterior não era membro
da organização, pelo que terá cometido pelos menos dois crimes, no meu
entendimento,
Artigo 348.º
Código Penal -A - Falsas declarações
Artigo 358.º Código Penal - Usurpação de funções
E
dito isto os senhores destruíram a primeira comunicação, (confesso que fiquei
desiludido, esperava que fossem atrás da pessoa), e tomaram a que eu
transportava como oficial.
É
o que vos disse antes, as cobras mudam de pele, mas não deixam de ser cobras,
indiferente do lugar que ocupam, não deixam de verter esse veneno ácido.
E
porque digo isso, porque, entretanto, Divisi, deixa a Variações, vai trabalhar
penso que para a embaixada de Israel em Lisboa, e mais recentemente tive acesso
a um documento que dá conta de Variações correr atrás de Divisi porque este
parece não ter saído de bem, e levou com ele os códigos de acesso às redes
sociais da Variações. Nessa declaração fiquei também a saber de outra, diria nojeira,
falta de personalidade, se é que alguma tiveram.
Mais
uma breve nota:
Eu
disse que fiz o PORTO PRIDE entre 2001 e 2012, porque em 2012 decidi que queria
mais, mas não sabendo ainda como conseguir esse mais, e porque os tempos
estavam também de mudança, e porque ainda não sabia o caminho disse que para
fazer o mesmo não. Lembram quem queria destruir este evento, isso mesmo o Divisi
vice-presidente da CASA, que leu o contrato do INPI todinho, e durante 5 anos
fingiu de morte (pena foi fingimento), para em 2017 reclamar a marca para ele,
mas quem estava por trás a financiar esta investida, era a honrosa, desculpem
foi sem querer, foi essa associação de seu nome Variações, lê-se no referido
documento: “…nomeadamente no que concerne ao do acesso a plataformas
digitais e marcas propriedade da Variações - Associação de Comércio e Turismo
LGBTI de Portugal - tal como a Porto Pride, marca que tem um historial de
apropriações indevidas por V. Exas. e a qual a Variações financiou a 100% a sua
ativação, promoção, divulgação,…”
É
essa víbora não estava só, a falta de escrúpulos é um vírus que se espalha e
multiplica pelo ar, pelos vistos, temos uma associação com responsabilidades
sobre os seus associados e o público em geral, a subtrair a uma outra
identidade que ele conhecia bem, que faz parte da sua comunidade, a marca de um
evento,…só gente séria, e infelizmente com falta de imaginação para criar a sua
própria marca, fazer o quê!?
Mas
voltemos ao autocarro, que no dia da MOP2018 mesmo depois de todas as negações, apresentou-se na Praça da República com intenção de acompanhar a MOP, só que
não!
O
nosso amado Tó, “negociou” com o responsável da PSP presente no local, identificando
a falta de caráter e personalidade de Divisi, e que NUNCA aquele autocarro foi
autorizado pela MOP, nem faz parte da comunicação efetuada ao comando, e assim
o autocarro foi por onde quis, e a MOP seguiu o seu caminho.
Mas
e mais uma vez devem estar a pensar, bem, portou-se mal com a MOP, em
diferentes anos, é demitido do BE, sai de mal com a Variações, o jovem deve
parar agora, …na, que ideia a vossa, tem um novo posto, valha-me mercúrio!
Carlos
Moedas, (aaaiiiii que horror), presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
convida quem para ser comissário municipal do EP2025, isso mesmo, Divisi, …acreditem
que a mim só me dá para rir.
Numa
semana sabe-se que Divisi vai ser comissário, e na seguinte a Ilga-Portugal
alega outras prioridades para deixar a comissão da EP2025, só mesmo
alegadamente, posso presumir que Ilga-Portugal se recusa a trabalhar
diretamente com este elemento, mesmo o comunicado não refira esse como o motivo.
Explicado
que está quem vai ser a personagem responsável por comissariar o evento resta apresentar
o que é EP2025, pelo menos aos meus olhos, e a subversão das prioridades de uma
autarquia com outros problemas em mãos, com outras requisições diria mais
importantes desta comunidade.
(segue
no segundo episódio de “Chuveiro cor-de-rosa, só lá vai quem quer, ou quem não
tem a mínima noção de quanto vale a LIBERDADE!”)
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